Os tratamentos clínicos contra as rugas são cada vez mais procurados nos dias que correm. Há cada vez mais pessoas informadas e motivadas a fazê-los, no entanto, nem sempre é preciso sair de casa para fazer frente às rugas.
Acaba de chegar ao mercado um novo gadget, o Rénergie Nano-Resurfacer | 400 Booster da Lâncome (desde €50,95), que é nada mais do que um dispositivo inspirado no microagulhamento profissional que melhora a absorção dos cuidados de pele sem recorrer a um procedimento invasivo. Com milhares de microbatimentos por minuto e funcionamento simples ao toque de um botão, promete uma pele mais lisa, luminosa e com aspeto saudável, respeitando a barreira natural da pele.
Falamos de tecnologia à disposição de todos, mas até que ponto podemos falar numa verdadeira “clínica em casa”? "São temas diferentes. A inspiração em tratamentos clínicos garante-nos a eficácia de um tratamento que pode ser feito em casa com toda a segurança, mas é importante perceber que uma clínica tem sempre o seu campo de atuação. A ideia com este dispositivo não é substituir um tratamento clínico, mas sim, proporcionar resultados altamente eficazes e acessíveis para o dia a dia do consumidor", afirma Sofia Cunha, Skincare Expert de Lancôme, em entrevista à VERSA.
Segundo Sofia, este gadget não é apenas mais uma tendência tecnológica passageira, é uma "solução que resolve o maior desafio da cosmetologia: a permeabilidade da barreira cutânea". Isto porque o dispositivo integra mais de 400 nanopontas de silício cristalizado que realizam entre 3 mil e 5 mil movimentos de batimento por minuto, promovendo uma renovação eficaz da superfície cutânea e melhorando significativamente a penetração dos ativos, isto é, dos séruns Rénergie H.C.F Triple Sérum e Rénergie CRx Triple Serum Retinol.
E, não, não há dor. "O facto de serem nanopontas garante que não são dolorosas e garantem zero tempo de recuperação. Os benefícios que se obtém do tratamento, são a junção de ambas as coisas – o sérum e o aparelho", continua Sofia.
Mas há uma questão que se impõe: quão eficaz é este dispositivo a longo prazo? "Um dispositivo como o Rénergie Nano-Resurfacer potencia os resultados cosméticos, apoiando a correção visível e, de forma consistente, a longevidade da pele quando integrado numa rotina eficaz. A chave para longevidade real é a consistência e sinergia entre tecnologia, ativos potentes e proteção diária".
Resta saber como será o futuro... a medicina estética avançada vai ficar para trás?
"Essa é uma das questões mais centrais na indústria da beleza atual. A resposta curta é: o futuro não é a substituição de um pelo outro, mas sim a convergência e a complementaridade", começa por explica Sofia Cunha. "O futuro é, sem dúvida, dar ao consumidor o poder de realizar a sua própria 'manutenção estética' diária com segurança. Isso permite adiar a necessidade de intervenções invasivas ou prolongar significativamente os efeitos de um procedimento médico (como um preenchimento ou Botox). O futuro não é o fim da medicina estética, mas sim o fim da 'cosmética passiva'", conclui.
