Que cuidados devemos ter com a pele além dos antirrugas? | Fotografia: Unsplash
Que cuidados devemos ter com a pele além dos antirrugas? | Fotografia: Unsplash
Nécessaire

Novo creme antirrugas? Não funciona se não seguires estes 4 mandamentos

Por mais avançado que seja, não há creme antirrugas que funcione sem boas práticas no dia a dia. A tua pele agradece.

Cuidar da pele e prevenir o aparecimento de rugas continua a ser uma das maiores preocupações no universo da beleza. A verdade é que o envelhecimento é inevitável, faz parte do tempo e da vida, ainda assim, a forma como envelhecemos a pele pode ser significativamente influenciada pelas escolhas que fazemos diariamente, tanto ao nível dos cuidados cosméticos como do estilo de vida.

Não deixamos, por isso, de prestar atenção ao mercado e há uma novidade fresquinha. Acaba de ser lançada a nova gama Queen Bee Longevity da Apivita, uma evolução da linha premium de rosto, inspirada na ciência da longevidade. Esta gama aposta numa abordagem avançada ao envelhecimento cutâneo, combinando dois sistemas de libertação patenteados: a geleia real – considerada um “superalimento epigenético” – e péptidos de exossomas vegetais, que atuam em sinergia ao nível celular.

Segundo a marca, esta tecnologia permite melhorar visivelmente 12 marcadores de juventude, como firmeza, densidade, luminosidade e uniformidade do tom. Estudos clínicos apontam ainda para melhorias na hidratação, redução de rugas e manchas, e aumento do volume da pele.

Mas há um ponto essencial que muitas vezes passa despercebido: nenhum creme, por mais avançado que seja, consegue atuar sozinho se certos fatores externos continuarem a acelerar o envelhecimento da pele. Há quatro “inimigos silenciosos” das rotinas antirrugas que devemos ter em atenção.

O primeiro é a alimentação. Em entrevista à Woman Madame, Marta Agustí, directora nutricional de Advanced Nutrition Programme, sublinha a importância do chamado eixo intestino-pele: “Aspetos como a nossa microbiota afetam diretamente o tecido cutâneo. Envelhecemos porque nos inflamamos, e a alimentação desempenha aqui um papel fundamental”. Dietas ricas em açúcares, farinhas refinadas, ultraprocessados ou álcool provocam picos glicémicos que desencadeiam inflamação celular, levando à perda de colagénio e à fragilização da pele. A solução passa por uma alimentação equilibrada, rica em vegetais e reforçada com probióticos para manter a flora intestinal saudável.

O segundo fator é o sol. Essencial para a produção de vitamina D, pode tornar-se um dos maiores responsáveis pelo fotoenvelhecimento quando a exposição é excessiva. Manchas, perda de elasticidade e rugas são algumas das consequências diretas da radiação UV sem proteção adequada.

Segue-se a poluição, um inimigo invisível que se deposita na pele diariamente. Se não for removida eficazmente, pode provocar imperfeições e, a longo prazo, alterações no ADN celular. A utilização de antioxidantes e uma limpeza rigorosa são fundamentais para minimizar os danos.

Por fim, o stress – muitas vezes subestimado – tem um impacto profundo na pele, uma vez que o aumento de cortisol em períodos prolongados leva à inflamação, enfraquece a barreira cutânea e acelera a perda de colagénio e elastina, contribuindo para o aparecimento precoce de rugas.

Perante este cenário, produtos como os da gama Queen Bee Longevity ou quaisquer outros não são soluções isoladas. Devem, sim, fazer parte de uma estratégia integrada.

Coolhunting

Com estes ténis, a filha de Cláudia Vieira já antecipava umas das grandes tendências de 2026

No que diz respeito a ténis uma coisa é certa: o estilo retro está de volta. Maria, a filha mais velha de Cláudia Vieira, seguiu a tendência, mesmo antes de estar na moda.

Nécessaire