Azeite | Fotografia: Getty Images, REDA
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Azeite Proibido? Casal português cria algo único e vende garrafas a menos de 18 euros

Quase todos os portugueses apreciam um bom azeite e foi exatamente isso que Márcio Lopes criou com oliveiras centenárias no Douro. Contamos-te a história desta novidade.

Gostamos de uma boa história e, por isso, não conseguimos ignorar a de Márcio Lopes, um enólogo especializado em "fazer vinhos especiais que façam sobressair o melhor que a natureza tem para dar", lê-se em comunicado. 

Mas, na verdade, a história que chamou a nossa atenção não envolve uvas, mas sim azeitonas. Como assim? Recentemente, lançou o Azeite Proibido Olival Centenário, "o seu primeiro azeite biológico, produzido a partir de oliveiras centenárias do Vale do Rio Torto, na Quinta do Malhô, em São João da Pesqueira".

Márcio Lopes | Fotografia: D.R.

Trata-se de um produto novo que provém de "cerca de sete hectares de oliveiras, cultivadas em regime de sequeiro, sem irrigação". Segundo o produtor, as azeitonas usadas para fazer este azeite são de variedades como "Cobrançosa, Verdeal, Negrinha do Freixo e outras ainda por identificar". 

“Sou um apaixonado por azeite e a minha esposa, Cláudia Codesso, tirou um curso de olivicultura. Quando adquiri a Quinta do Malhô, no ano passado, entrámos logo a produzir a azeitona. Colhemos praticamente tudo à vara e seguimos o método de extração a frio, obtendo menor quantidade, mas uma qualidade muito superior", explica Márcio Lopes, em comunicado. 

Tudo isto resultou num "azeite virgem extra, com uma acidez baixíssima, muito saboroso e bastante aromático, que é algo que não se encontra muito nos azeites. É um azeite com muita complexidade”, acrescenta. 

Azeite Proibido Olival Centenário | Fotografia: D.R.

Estão disponíveis mil garrafas de meio litro e cada uma custa €17,50. Podes encontrá-las na loja online do produtor e nos locais habituais.

"É o primeiro azeite de muitos. Em 2025 haverá menor produção, mas acredito que a qualidade será igualmente excecional", confirma o produtor revelando que as oliveiras da quinta "estão plantadas em patamares pré-filoxéricos, têm na sua maioria mais de 100 anos e cerca de metade ultrapassa os 200 anos". 

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