O impacto do exercício físico no envelhecimento da pele é um tema complexo que merece atenção especial, principalmente quando falamos de treinos de alta intensidade e de resistência.
O exercício físico, embora fundamental para a saúde, pode provocar stress oxidativo, defende um estudo, e acelerar o envelhecimento cutâneo. Este processo acontece devido ao aumento da necessidade de oxigénio, maior atividade cardíaca e stress mecânico dos tecidos, que levam à formação de radicais livres.
Os treinos de alta intensidade, especialmente quando combinados com déficit calórico, podem resultar numa perda significativa de gordura facial. Esta redução pode levar a uma aparência mais envelhecida do rosto, pois a gordura facial é crucial para manter o suporte estrutural da pele.
Os treinos HIIT e exercícios de resistência elevam os níveis de cortisol, hormona que, em excesso, pode decompor o colágeno e acelerar o envelhecimento da pele.
Os desportos de resistência prolongada, como a corrida e ciclismo, apresentam maior risco de envelhecimento cutâneo devido à exposição ambiental e maior produção de radicais livres. Uma hora de corrida consome cerca de 700 calorias, enquanto uma hora de exercício de força queima aproximadamente 200 calorias.
A proteção da pele durante a prática desportiva é fundamental. É importante realizar uma limpeza adequada antes e depois do exercício, usar protetor solar do e incorporar antioxidantes como vitamina C e resveratrol na rotina de cuidados.
Uma dieta equilibrada rica em antioxidante ajuda, incluindo alimentos com carotenóides como cenoura e tomate, vitamina E presente em óleos e ovos, vitamina C em frutas cítricas, selénio em peixes, e polifenóis encontrados em uvas e frutas vermelhas.
