Conheça a incrível história de Cindy Mora
Conheça a incrível história de Cindy Mora | Unsplash
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Queria uma casa para ela e para o filho. Depois de 9 anos a poupar dinheiro, encontrou uma solução inesperada

Ter uma casa própria está na lista de sonhos de muitos. Também estava na desta mãe solteira que encontrou uma solução inesperada, após nove anos de muito esforço.

Já partilhámos relatos de várias pessoas que têm dificuldade em encontrar uma casa a um preço acessível. Por vezes, como alternativa, alguns escolhem imóveis mais antigos a precisar de obras, outros apostam em micro casas ou em caravanas, mas Cindy Mora e o filho, Fabrizio, contam outra história.

Durante nove anos, a mãe solteira poupou dinheiro para comprar um pequeno terreno baldio em Alajuelita, muito perto de San José, Costa Rica. Quando finalmente conseguiu, não tinha o suficiente para construir uma casa.

Felizmente, a Procter & Gamble, a Habitat for Humanity, a Urbarium e a Ekojunto decidiram ajudar esta família. Como? Juntaram alguns dos seus colaboradores para construir uma casa para Cindy e Fabrizio.

Foram mais de 800 horas de trabalho para construir uma casa feita de... plástico. Sim, estás a ler bem. Todas as paredes foram construídas com blocos feitos a partir de 7.2 toneladas de plástico reciclado proveniente de recipientes, sacos e garrafas. Utilizaram materiais de construção convencionais para a estrutura da casa.

Casa de Cindy e Fabrizio
Casa de Cindy e Fabrizio | Fotografia: D.R.

Mais especificamente, este sistema de construção consiste em blocos de plástico reciclado muito parecidos com peças de Lego, "o que permite que a construção seja prática e simples, encaixando as peças umas nas outras, as quais se ajustam de forma precisa e hermética", explicou Andrea Ramírez, da Urbarium, a organização local responsável pela execução do projeto na Costa Rica, ao Alajuelita Soy, um jornal local.

"Ter uma casa sempre foi o meu sonho, mas desde que tive o meu filho, esse sonho tornou-se cada vez mais forte", afirmou Cindy. Mostrou desde o início a sua gratidão por receber a casa.

"Acima de tudo [quero a casa], para que, no dia em que eu já não estiver aqui, o meu filho tenha um lugar onde viver e para que eu saiba que ele não vai ficar à deriva".

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