Quem é este Chef? E porque é tão importante para a nossa história?
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Margarida Ribeiro
- 14 jul, 21:31
Há mais um Chef premiado em Portugal e promete "inspirar as futuras gerações da cozinha".
Portugal tem Chefes de renome que recebem prémios importantes com alguma regularidade e um dos mais recentes reconheceu o trabalho de Nuno Mendes. Estamos a falar do Prémio Armando Fernandes, atribuído, anualmente, a uma pessoa ou instituição que "se têm destacado pelo seu contributo para a valorização e crescimento da gastronomia portuguesa", lê-se em comunicado.
“Sinto-me incrivelmente honrado por ter recebido estas magnifica distinção. Continuarei a aprender, a crescer e, oxalá, a inspirar as futuras gerações da cozinha", afirmou o chefe ao receber este prémio organizado pelas Edições do Gosto e que nasceu como uma homenagem a Armando Fernandes.
Este historiador, bibliotecário-arquivista e mestre em Estudos Portugueses, natural de Bragança e radicado em Santarém, afirma-se acima de tudo pela "sua vontade de mostrar o país, na busca de conhecimento, no aprofundar dos temas", afirma Paulo Amado, o presidente do júri e diretor das Edições do Gosto.
Para além de Paulo, o júri que atribuiu a distinção ao chefe foi composto pelas jornalistas Cláudia Lima Carvalho e Alexandra Prado Coelho, a vencedora do prémio em 2024; a investigadora Olga Cavaleiro; e ainda o chefe Nuno Diniz, o vencedor do prémio em 2025.
Quem é Nuno Mendes?
Nasceu e cresceu em Lisboa, mas a sua carreira levou-o a trabalhar nos Estados Unidos, no Japão e em Espanha. Também passou por Londres, no Reino Unido, onde trabalhou nas cozinhas de restaurantes como o Bacchus, o Viajante e o The Loft Project.
Chegou ainda a ser o chefe executivo do Chiltern Firehouse e, mais tarde, abriu os seus próprios restaurantes na capital britânica, o Taberna do Mercado e o Lisboeta, ambos destacavam a gastronomia e os vinhos portugueses.
Agora está de volta a Portugal e a desenvolver diferentes projetos como diretor culinário dos restaurantes Santa Joana, em Lisboa, e Cozinha das Flores, no Porto, reforçando "a valorização dos produtos portugueses".
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