A pele merece atenção em todas as fases da vida, mas, com o passar do tempo, os cuidados evoluem — e nós também. É precisamente nesse espírito que Cláudia Vieira regressa à L’Oréal Paris, desta vez como porta-voz de skincare em Portugal, reforçando a aposta da marca num rosto que comunica com as mulheres portuguesas de forma autêntica e próxima.
Desta vez, Cláudia Vieira é a protagonista da nova campanha de Revitalift Laser, uma das gamas antienvelhecimento mais conhecidas da marca. E não veio só “dar a cara”: veio testar, experimentar e mostrar resultados reais. O objetivo? Unir ciência, credibilidade e empoderamento feminino numa campanha que assume o desafio de ser transparente numa altura em que as mulheres querem autenticidade… e provas.
Para isso, a L’Oréal Paris levou a atriz até Paris, aos seus laboratórios de skincare e, assim testar o laser por dois meses, Cláudia Vieira usou o creme de dia da gama, com tudo documentado pela tecnologia VISIA, uma análise de pele que regista um “antes e depois” com base em dados e percentagens.
Foi neste contexto que conversámos com Cláudia Vieira e, assim, perceber o que mudou na sua pele depois dos 40, como viveu este processo e que relação tem hoje com o autocuidado.
O que é que este regresso à L’Oréal Paris representa para si? Qual a sua relação com a marca?
É uma honra muito grande. A L’Oréal Paris marcou um momento muito especial da minha vida. Agora, voltar nesta fase faz muito sentido, porque continuo a identificar-me com os valores da marca, a procura constante por produtos eficazes, pensados para aquilo que realmente precisamos.
Este convite trouxe uma comunicação muito real e verdadeira. Não era só ser ‘a imagem’, mas ser porta-voz e testemunho daquilo que vivi durante todo o processo. Não foi nada fácil. O desafio surgiu numa fase de muito trabalho e, de repente, estou em Madrid, a meio de gravações, com o rosto completamente limpo, cabelo preso, e a ser fotografada em grande plano, nua e crua. Foi duro. Disse várias vezes que não sabia se estava preparada.
Mas ao mesmo tempo foi um ato de coragem, meu e da L’Oréal, porque estavam muito confiantes no produto para me colocarem à prova desta forma. Os resultados começaram a notar-se ao longo das semanas, mas o verdadeiro impacto senti quando fui avaliada pela máquina que mede manchas, rugas e firmeza. Ver aquelas percentagens do antes e depois foi mesmo de aplaudir.
Sente que este convite chegou no momento certo, numa altura em que está mais alinhada com as conversas atuais sobre beleza real e cuidado da pele?
“Sim, completamente. Muda tanta coisa com a idade que estas conversas fazem cada vez mais sentido. A pele marca mais rapidamente, perde firmeza, perde elasticidade, surgem manchas… sobretudo para quem é muito expressiva, como eu. Nota-se mesmo a alteração daquilo que éramos para aquilo que nos tornamos.
Mas não devemos acordar um dia e ficar surpreendidas… o ideal é cuidarmos sempre, com respeito por nós próprias. É alimentarmos o corpo, darmos o que ele precisa, aceitarmos que o envelhecimento faz parte. Há coisas que não gostamos tanto de ver, mas também há coisas muito boas, como a maturidade e a tranquilidade com que começamos a lidar connosco.”
Falamos muito sobre o que muda na pele depois dos 40, mas pessoalmente, o que mudou para si?
Depois dos 40, os sinais aparecem mesmo: rugas mais marcadas, firmeza que se perde, elasticidade que diminui, e manchas que vão surgindo. A pele fica mais sensível às expressões e ao ritmo da vida. Tudo muda.
Mas a verdade é que temos de lutar para que estes sinais não sejam tão fortes, e isso só acontece com rotina, com hábitos diários e com cuidado constante. Não se trata de voltar atrás, mas de nos mantermos bem, de nutrirmos o corpo e a pele, e de respeitarmos o processo.
Qual é a sua rotina atual de cuidados de pele? Há produtos que considera essenciais?
A minha rotina começa sempre pela limpeza. Estou quase sempre maquilhada por causa do trabalho, por isso desmaquilhar e limpar bem o rosto é fundamental. Só com a pele verdadeiramente limpa é que ela recebe o "alimento" de que precisa.
Depois vem a hidratação, que para mim é indispensável. Se não hidrato, sinto que não estou preparada para o dia. A hidratação dá elasticidade e conforto.
Eu, pessoalmente, gosto muito de texturas em gel, mais leves e frescas. Mas acredito mesmo que cada pessoa tem de experimentar e descobrir o que funciona melhor para si, seja gel, creme ou algo mais denso. Cada pele é uma pele.
Se pudesse deixar um conselho à “Cláudia de há dez anos” sobre autocuidado e beleza, qual seria?
Se tivesse de dar um conselho diria para continuar a cuidar, sempre. Desde cedo a minha preocupação foi alimentar-me de dentro para fora, e acho que esse é mesmo o melhor conselho: não nos focarmos só no aspeto exterior, mas em sentirmo-nos bem na nossa pele.
É saber lidar connosco, perceber o que o nosso corpo precisa, respeitar isso. O autocuidado tem de ser constante, não momentâneo. Faz parte da vida, como respirar ou alimentar-nos. Não é só comer, é nutrir. E isso é essencial.
