Mesmo sem admitir, muitos de nós têm aquela superstição em que acreditamos. Seja bater três vezes na madeira, entrar com o pé direito, pedir um desejo quando vemos as horas em capicua no relógio ou evitar passar por debaixo de uma escada, há pequenos rituais que fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. E, às vezes, nem precisamos de uma explicação lógica. Simplesmente preferimos acreditar.
Cláudio Ramos é uma dessas pessoas. Durante uma emissão recente do programa Dois às 10, em conversa com a taróloga Joana Dias sobre as previsões para agosto, revelou um hábito que mantém em casa.
A especialista falou sobre os conhecidos “banhos de sal” na praia e o tema levou Cláudio Ramos a partilhar aquilo que tinha feito na noite anterior. “Eu ontem gastei um dinheirão em sal. Fui comprar sal grosso e meti copos de água e sal em todas as divisões da casa, incluindo dentro dos elevadores”, contou. Perante a curiosidade de Cristina Ferreira e de Joana Dias, reforçou: “Copos, água e sal. Em todo o lado.”
Sal? Canela? Vestir amarelo? Uma superstição nunca vem só
O uso de um copo com água e sal grosso em casa é uma das superstições mais populares quando se fala em limpeza energética. Acredita-se que o sal ajuda a absorver energias negativas e a purificar o ambiente, criando uma sensação de maior equilíbrio e bem-estar. Apesar de não existirem estudos científicos que comprovem estes efeitos, a prática continua a ser muito comum e é frequentemente partilhada nas redes sociais, em programas de televisão e por várias figuras públicas.
E Cláudio Ramos está longe de ser o único português a seguir este tipo de rituais. Bruna Gomes, por exemplo, partilha todos os meses o momento em que sopra canela para dentro de casa no primeiro dia do mês, um gesto que, segundo a crença popular, ajuda a atrair prosperidade. Já Liliana Campos partilhou que evita pousar a carteira no chão para não “deitar o dinheiro fora”. O ator Ricardo Carriço apanha sempre os papéis de texto caídos com a mão esquerda e entra em palco com o pé direito, enquanto o cavaleiro João Moura já partilhou que recusa vestir amarelo nos dias de corrida.
No fim de contas, sejam tradições de família, crenças populares ou simples manias, a verdade é que as superstições fazem parte de alguns rituais que fazem parte da rotina de muitos portugueses.
