DiVERSA Erelisbon | Edição: Vasco dos Santos
DiVERSA Erelisbon | Edição: Vasco dos Santos
Coolhunting

Erelisbon: a marca portuguesa de joalharia unissexo e intemporal

Acaba de ser lançada a nova campanha da Erelisbon, marca que além de não ter género, não tem idade.

Erelisbon lança The Brilliance part II

As jóias que marcaram 2022

Salsa lança coleção cápsula em colaboração com Madalena Abecasis

TRINCO: joias portuguesas com pedras preciosas

Uma coisa é partilhar camisas, outra é partilhar joalharia. Não há muitas marcas que ofereçam peças de joalharia para todos os géneros e quando Constança Firmino, de 31 anos, o constatou, decidiu lançar, em novembro de 2021, um projeto para colmatar a lacuna no mercado português.   

“Eu e o meu namorado sempre gostámos da ideia de partilhar o nosso armário, de usarmos peças unissexo como jeans, t-shirts e casacos, mas em joalharia não encontrávamos peças que também pudéssemos partilhar. A Erelisbon nasceu pela necessidade de oferta no mercado de joalharia sem género, sustentável e intemporal”, refere Constança à Versa. 

No que diz respeito à sustentabilidade, a Erelisbon diferencia-se pelos materiais usados e pelo modo como pretende que lhes seja dado uso.  

“Todas as peças da marca são produzidas em Portugal com prata reciclada 925, um material sustentável e intemporal. As peças não têm género e o objetivo é que possam ser partilhadas. Não queremos que os nossos clientes comprem a coleção inteira, mas, sim, que partilhem as peças e que prolonguem a vida útil das mesmas”, continua.  

Sem género e também sem idade 

À Erelisbon acabam de se juntar três novas peças, que fazem parte da campanha The Brilliance part II, uma continuação da coleção lançada em setembro.  

Desta vez, surgem os brincos Ivvi (€75), vendidos à unidade e disponíveis em três cores - prata com banho de ouro, prata com banho de ródio e prata com banho de ródio preto -, o colar Ivvi Dark (€99) e o anel Futura Dark (€95).  

As novas peças são apresentadas por Gracinda Candeias, a artista de 75 anos que marcou a história da arte contemporânea portuguesa por ter sido a primeira mulher a fazer nu performativo no país, nos anos 70. Agora, Gracinha Candeias volta a mostrar-se à frente do seu tempo, ao associar-se a um projeto sem género e sem idade. 

“[No futuro] pretendemos solidificar a marca com uma forte componente ativista e sustentável. Não queremos que a marca se prenda com o fundador, mas, sim, que seja a voz dos artistas, ativistas e das pessoas que colaboram connosco”, remata Constança Firmino. 

Coolhunting

A moda este ano foi bizarra. Provas? Vê estas 13 peças

Se achas que nos últimos tempos a moda deixou-nos confusos, mostramos 13 peças, lançadas este ano, que o comprovam. Pelo menos, vão fazer-te olhar duas vezes.

Coolhunting