Reprodução filme "O Sexo e A Cidade"
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Quem não gosta de baguetes não percebe nada de moda

Diria que mais parisiense do que levar uma baguete debaixo do braço, é levar uma Fendi Baguette.

Ainda que gostemos do pão francês que vai tão bem com uma boa dose de manteiga, aqui, a receita é outra. Aqueles que sucumbem aos prazeres da indústria da moda, sabem do que falo, mas os que não sabem, deviam ficar a conhecer esta delícia, até porque já levam uns anos de atraso.

Falamos de Fendi Baguette. As carteiras que entraram no universo das tendências nos anos 2000 e que desde então teimam em permanecer como o acessório das aclamadas it girls voltam a ser tema, ou não estivessem de parabéns.

25 anos no topo das escolhas de quem entende, faz e segue a moda. Estas carteiras, criadas por Silvia Venturi Fendi, Diretora Criativa de acessórios e herdeira da marca, foram inspiradas em bolsas bordadas nos anos 20 e 30 e acabam de ser celebradas como a primeira “it bag” num desfile ímpar.

Um ícone de estilo que nasceu em 1997, em Itália (ainda que o nome seja “à francesa”), e que rapidamente se tornou na melhor amiga de figuras nova iorquinas como Carrie Bradshaw, a personagem de Sarah Jessica Parker em “O Sexo e a Cidade” e a culpada por elevar este acessório ao “essencial de uma fashionista”.

“It's not a bag, it's a baguette”, diria Carrie. Nós dizemos que é a carteira que compõe qualquer guarda-roupa invejável dos últimos – e próximos – 25 anos.

 

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