Cristiano Ronaldo | Fotografia: Instagram
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Cristiano Ronaldo encontra-se com Trump e já temos uma conversa fictícia

O encontro entre Cristiano Ronaldo e Donald Trump está marcado, mas, antes de começarmos, uma nota obrigatória: este diálogo é pura ficção, sátira e exagero. Não aconteceu na vida real — embora… enfim... imaginação (ainda) não paga imposto.

Numa entrevista recente concedida ao jornalista britânico Piers Morgan, Cristiano Ronaldo sublinhou a sua clara admiração pelo Presidente dos Estados Unidos: "Ele é uma das pessoas mais importantes, é uma das pessoas que quero conhecer. Desejo fazê-lo um dia, se tiver a oportunidade… Uma das pessoas com quem me quero sentar e ter uma boa conversa é o Donald Trump. Aqui, na América, onde quiserem. Desejo conhecê-lo um dia para me sentar com ele, é uma das pessoas de que gosto mesmo porque acho que ele consegue fazer as coisas acontecer e eu gosto de pessoas assim."
 

Claro que a reação a este confesso amor, se assim podemos dizer sem incorrer a exageros, recebeu as mais variadas reações. Entre encantos e tantos desencantos pelo apoio do craque português a Trump, chega um encontro, marcado já para esta terça-feira, dia 18, na Casa Branca, segundo o correspondente da MSNOWNews em Washington D.C., Jake Taylor.

 

 

 

Enquanto não são conhecidos os detalhes deste encontro... porque não um esboço da possível conversa? Afinal de contas, ambos têm muito em comum e, certamente, não faltará tema.

 

Poderá ser algo assim...

 

Terça-feira. Uma sala tão dourada que até Cristiano, habituado a hologramas de prémios, precisa de piscar os olhos.. Cristiano entra como quem sabe que é uma marca global, Trump levanta-se com a certeza de que ele, sim, é a marca global.

Trump: “Cristiano! The greatest! Some say I’m the Ronaldo of politics.”
Cristiano: “Eu gosto de confiança. Mas, mister Donald, só há um Ronaldo.”

Duas entidades movidas a ego numa só sala. O ar dilata.

Sentam-se. Trump oferece água. Cristiano pede água alcalina. Trump fica imóvel por uns segundos. “Alcalina” soa-lhe a algo que ataca a sua alma de negacionista climático. O ambiente aquece — talvez demasiado para o ar condicionado.

Trump: “Cristiano, eu admiro vencedores. You are a winner. A legend. The best.”
Cristiano: “Eu também admiro quem ganha. Mesmo quando ninguém percebe como.”

Pausa. Ambos sorriem.
É a primeira coisa em que concordam.

Depois começam a falar de “trabalho duro”, “disciplina”, “ser o número um”. A certa altura, Trump insinua que queria aprender a rematar. Cristiano diz que podia ensinar — mas só se ele prometer não usar o pontapé para inaugurar um comício.

Trump: “Imagine, Cristiano… Trump Tower FC. You as ambassador.”
Ronaldo: “Ambassador não. Presidente. Se é para entrar, é para ganhar.”

A tensão transforma-se em admiração mútua — cada um vê no outro uma versão exagerada de si mesmo. Trump fala de muros, Cristiano fala de defesas intransponíveis. Trump fala de negócios, Cristiano fala de contratos. Trump fala do seu ginásio pessoal, Cristiano diz que conhece um melhor.

O ponto alto da conversa chega quando Trump pergunta: “Cristiano, qual é o teu segredo para ser o melhor do mundo?”

Cristiano sorri, inclina-se para a frente…e diz:

“Disciplina. E não responder a críticas… a menos que seja pelo Twitter.”

Silêncio. Trump pisca o olho.

Aliança formada. Ego reconhece ego. Trocam um sorriso que só duas pessoas com uma relação íntima com o espelho conseguem partilhar.

No final, despedem-se como dois campeões que acabaram de disputar um jogo sem árbitro.

Trump: “You know, Cristiano, if I played football, I’d be a star too.”
Cristiano: “No futebol… nem todos podem ser Ronaldo.”

Trump fica a olhar.

E, pela primeira vez, parece pensativo.

Cristiano sai.

Trump desbloqueia o telemóvel.

Dois segundos depois, o inevitável acontece.

“Great meeting with Cristiano. Incredible athlete. Might teach him things. We’ll see!”, lê-se no X.

Na imprensa e redes sociais, a especulação toma forma com a precisão de um relógio suíço:

“Ronaldo poderá mediar a paz mundial através de abdominais?”
“Trump descobrirá finalmente o conceito de fair-play?”
“Ou terá sido apenas um encontro entre dois homens que acreditam genuinamente que o espelho nunca mente?”

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