Kate e William, os príncipes de Gales, celebram, este ano, o 14.º aniversário do seu casamento. Tudo aconteceu a 29 de abril de 2011, na Abadia de Westminster, em Londres, Reino Unido. Já todos sabem que a princesa usou um vestido feito por Sarah Burton, na altura a diretora criativa da Alexander McQueen, mas sabias que o bouquet escolhido tinha alguns segredos.
Para o grande dia, a princesa escolheu as flores a pensar em si própria porque "não precisava de impressionar ninguém", lê-se na Hola. Por isso, com a ajuda de Shane Connolly, o criador do ramo, a princesa conseguiu criar algo "muito pessoal, simples e não muito elaborado".
Foram utilizadas flores com algum significado para a princesa e "não importava se toda a gente não gostasse", confessou o florista ao meio de comunicação. Também explicou que a princesa queria usar algo sazonal, ou seja, algumas "flores que respeitassem a natureza, britânicas... e, acima de tudo, simples".
Foram utilizadas flores como as sweet william (dianthus barbatus), uma alusão ao futuro marido, e os poet's carnations (dianthus caryophyllus) que representam "coragem e ousadia". Também incluiu alguns lírios do vale (convallaria majalis) que supostamente eram as favoritas da rainha Isabel II e fizeram parte do seu bouquet quando se casou com o príncipe Filipe. Segundo a Hola, na época vitoriana, estas flores simbolizavam o "regresso da felicidade" e está associada à esperança.
Para cumprir a tradição iniciada pela rainha Vitória, a princesa incluiu murta (myrtus communis) no seu bouquet, uma mensagem de amor e fidelidade eternos. O ramo ficou completo com a "flor da beleza": o jacinto. Depois do casamento as flores foram deixadas no Túmulo do Soldado Desconhecido, na Abadia, uma tradição criada pela rainha mãe, Isabel.
