Call Me By Your Name, 2017
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Amor sem rótulos: os 9 filmes para ver no mês do Orgulho Gay

O que é que todos estes filmes têm em comum? Amor. Mas amor sem rótulos, nem preconceitos. Amor no sentido mais puro da palavra e do sentimento.

Podemos todos concordar no papel importante que o cinema desempenha nas nossas vidas, não é por acaso que é considerada a sétima arte. Aquilo que vemos no grande ecrã desempenha um papel importantíssimo, muitas vezes crucial, no nosso dia a dia. É através destas histórias que os nossos horizontes se expandem e que novos pontos de vista nos são mostrados, em especial quando estes filmes são subordinados a temáticas LGBTQIA+.

Filmes como La Mala Educación (2005), Milk (2008) ou Carol (2015) mostram-nos realidades distintas da bolha social em que estamos inseridos. São histórias de amor que nos prendem da primeira à última cena, mesmo quando o final não é o esperado, são argumentos baseados em histórias reais, são, muitas vezes, testemunhos de realizadores, argumentistas ou até mesmo meros desconhecidos. Mas, acima de tudo, são narrativas que nos educam a aceitar a realidade do outro, sem nunca questionar.

Junho é o mês o Orgulho LGBTQIA+, um mês importante para a comunidade que há décadas anda a ser crucificada, apedrejada e maltratada em praça pública por querer apenas ser quem realmente é. Para que os horizontes se continuem a expandir, a Versa reuniu os 10 filmes essenciais para ver neste mês e refletir sempre que se sentir perdido no meio do privilégio.

La Mala Educación, 2004

Revolta católica, preconceito e necessidade de expressão, é assim que podemos descrever este filme. Como sempre Pedro Almodóvar não tem medos nem pudores de expor as fragilidades da sociedade.

Milk, 2008

Harvery Milk foi o primeiro homossexual a assumir um cargo público no estado da California. Milk lutou pelos direitos das minorias e fê-lo através de campanhas nacionais pelos direitos gay, recebendo até apoios das mentes mais conservadoras.

A Vida de Adèle, 2013

Aquele sentimento do amor à primeira vista foi transportado para este drama que nos conta sobre a descoberta sexual de Adèle quando Emma, a miúda do cabelo azul, lhe apresenta uma realidade diferente.

Freeheld, 2015

Apesar da diferença de idades ser ainda um grande preconceito, neste filme o não reconhecimento de uma relação lésbica é sim o problema que dificulta a vida deste casal. Mas inconformidade de Laurel não deixa aceitar as normas e enfrenta tudo e todos para conseguir ser ouvida.

Carol, 2015

Sabemos que a década de 50 nos Estados Unidos da América não foi muito dada à liberdade sexual, mas ainda assim há histórias de amor que valem a pena a clandestinidade. Carol e Therese deambulam numa linha ténue entre amizade e paixão.

Moonlight, 2016

É um filme delicado e deslumbrante e ao mesmo tempo, e na mesma medida, doloroso e violento – e talvez tenha sido esta a dualidade que lhe garantiu o Óscar de Melhor Filme, em 2017. Aqui a história de Chiron é contada através das três fases da sua vida: a infância, a adolescência e os primeiros anos da vida adulta. A procura da sua verdadeira identidade está no centro deste drama.

Quando se tem 17 anos, 2016

Como é viver o amor quando não se tem certezas de nada? As peculiaridades da vida adolescente dão sumo à narrativa deste filme.

Call Me By Your Name, 2017

Diz-se que o primeiro amor não se esquece e é com base nessa premissa que este filme se desenrola. É uma história simples, mas com interpretações divinais. Um clássico instantâneo se nos perguntarem.

120 Batimentos Por Minuto, 2017

O grupo de ativistas Act Up intensifica as suas ações com o intuito de chamar atenção do governo francês para a importância da prevenção e tratamento do HIV. Esta história é passada nos anos 90, mas ainda hoje em 2022 é preciso que este assunto não caia no esquecimento e com este filme não vai cair com certeza.

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