Os reis dos Países Baixos voltaram a vestir-se a rigor, desta vez para o jantar de receção ao Corpo Diplomático no Palácio Real de Amesterdão. Como habitual, a rainha Máxima destacou pela sua elegância, desta vez num vestido vermelho que usou pela primeira vez em 2011 e que mostra que a monarquia está muito mais atenta aos gastos.
Cada vez é mais frequente ver membros da realeza a usar peças low cost, principalmente Letizia de Espanha, que não se inibe de usar e abusar de peças da Zara com frequência, o que mostra que a moda da sustentabilidade também já chegou às casas reais.
Apesar do vestido escolhido por Máxima ter 13 anos, o seu design continua elegante e intemporal, com um decote em barco discreto e mangas compridas, um corte na cintura e duas aberturas laterais, para maior liberdade de movimentos.
Além do vestido, é impossível não reparar nas joias usadas por Máxima, com diamantes e rubis, em especial a tiara Pavão Real, criada em 1897 para a Rainha Wilhelmina e para a qual foram usados diamantes que pertenceram a Sofia de Wurtemberg, a primeira mulher de Guilherme III.
Em forma de pavão com vários rubis e diamantes, passou a fazer parte da coleção da família real holandesa, mas durante muito tempo não foi usada pois acreditava-se que estivesse perdida. Os rumores terminaram quando, em 2005 e após 40 anos sem ser vista, a Rainha Máxima voltou a usar a tiara, com o colar a condizer.
Atualmente, é usada com frequência em eventos importantes e foi a joia escolhida pela princesa Amália, filha de Máxima, para brilhar na receção aos reis de Espanha.
