Todos os anos, fazemos listas de desejos para 2026 — e o designer Gonçalo Peixoto não é exceção. O que pede para o próximo ano, além de sucesso na carreira? A lista mantém-se em segredo, mas para garantir que nada falha, há tradições que faz questão de cumprir.
Uma delas está associada ao look para a noite. “Branco, sempre”, confessa à VERSA. Apesar de ser especialista em moda, a escolha não é estética, mas simbólica: o branco surge como superstição, associado à paz e aos novos começos. A esta juntam-se outros rituais que se repetem ano após ano. “Tento sempre passar a Passagem de Ano num sítio com o mar por perto, para poder saltar as ondas”, revela.
À mesa, o espumante é obrigatório. Sem ele, não há brinde — e sem brinde, não há verdadeiro início de ano.
E já que falamos de novos começos, que tendência de moda ou peça Gonçalo Peixoto se recusa, categoricamente, a usar? A resposta é imediata: “Crocs”. Em contraste, há clássicos que nunca falham no seu guarda-roupa: “Umas boas calças pretas, uma t-shirt branca, um blazer preto e umas calças de ganga”. Peças intemporais, tal como os rituais que o acompanham na entrada de cada novo ano.
