Gripe | Fotografia: Unsplash
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Nova gripe é mais perigosa? Como prevenir e quais os sintomas da estirpe H3N2

Há uma nova gripe a circular mais cedo do que seria previsto. Que nova estirpe é esta e como podemos prevenir a estirpe H3N2?

Quando o frio aperta, já sabemos o que ai vem: constipações e gripes. O inverno é, tradicionalmente, a época alta das gripes e este ano há uma nova estirpe que está a preocupar. 

Falamos da nova estirpe da gripe A (H3N2), conhecida como subtipo K, que já levou o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) a apelar à aceleração das campanhas de vacinação, numa altura em que os casos sobem de forma invulgar.

Mas que gripe é esta e como é que se manifesta? É precisamente sobre isso que vamos falar. 

Quais são os sintomas?

A estirpe da gripe A (H3N2) subtipo K não se trata de um vírus totalmente novo, mas de uma variante do H3N2 sazonal que acumula mutações genéticas. 

No que diz respeito aos sintomas, são, na sua maioria, semelhantes aos da gripe sazonal tradicional, segundo o ECDC. Incluem febre; tosse; secreção nasal; fadiga; dores musculares; calafrios. Nos casos mais graves, podem ainda surgir: febres mais altas; dificuldade em respirar; sinais de desidratação; necessidade de hospitalização. 

Em suma: o quadro clínico não é radicalmente diferente, mas pode tornar-se mais severo em pessoas vulneráveis. Mas será que esta gripe é mais perigosa do que as outras variantes? 

Não. A principal diferença é que está a circular mais cedo o que é habitual, com casos a surgir três a quatro semanas mais cedo do que é normal, e está a afetar mais pessoas, uma vez que a população está menos imune a esta estirpe. No entanto, a  vacina continua a ser fundamental, uma vez que reduz formas graves da doença.

E, para além da vacinação, como é que podemos prevenir a nova estirpe?

Como prevenir?

As recomendações são simples. O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) recomenda usar máscara em espaços públicos e ainda lavar as mãos com frequência, arejar espaços fechados, evitar o contacto próximo com pessoas sintomáticas e ficar em casa quando doente. 

Com a nova estirpe H3N2 subtipo K a avançar tão rápido, este é um daqueles invernos em que a prevenção vale mais do que nunca. E, como diz o ECDC, vacinar "agora é uma das maneiras mais eficazes de se proteger e proteger as pessoas ao seu redor de doenças graves neste inverno".

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