Todos temos simples hábitos que, sem saber, podem comprometer a nossa saúde. Talvez um dos mais conhecidos é puxar o autoclismo com a tampa aberta, fazendo que milhares de bactérias proliferem pela casa de banho, desde a escova de dentes à esponja do banho. Mas este não é o único erro que cometemos em casa.
Poderíamos pensar que o pior e mais sujo local da casa de banho é a sanita, mas a ciência vem afirmar o contrário. Afinal, mais suja do que uma sanita é a esponja da louça. Exato, leste bem.
A esponja com que frequentemente lavas a louça pode conter até 50 mil milhões de bactérias, uma vez que a cada lavagem vão-se acumulando partículas de sujidade que ficam encrustadas e a humidade é perfeita para a proliferação de bactérias como a Salmonella e a E. coli, que podem deixar-te doente.
Isto significa que ao lavar a louça com uma esponja que não é trocada há meses estarás a contaminar os pratos e copos sem ter aperceberes.
O ideal é trocar trocá-la a cada uma ou duas semanas ou, para uma reutilização mais sustentável, desinfetar uma a duas vezes por semana (por exemplo, deixando de molho em água com lixívia bem diluída durante alguns minutos).
Uma outra dica é, em vez de usares esponjas de microfibras, usares esponjas naturais (luffa), que secam melhor do que as sintéticas e são biodegradáveis (ainda assim devem ser trocadas regularmente) ou esponjas de silicone, que não absorvem água e são muito fáceis de lavar e desinfetar.
Mostramos algumas alternativas na galeria de imagens.
