Hoje em dia, com os avanços no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), muitas pessoas começam a questionar como será o futuro, especialmente no mercado de trabalho. Há quem diga que esta tecnologia vai acabar por nos substituir, mas será mesmo assim?
Jeff Bezos — o fundador da Amazon e um dos homens mais ricos do mundo — comentou o assunto na mais recente edição da Italian Tech Week, explicando que apesar dos avanços, uma qualidade vai continuar a distinguir as pessoas das máquinas: a capacidade de inventar, lê-se no Noticias Trabajo.
Por isso, na sua opinião, os perfis que vão resistir melhor ao avanço da IA não são aqueles que realizam mais tarefas, mas sim os que são capazes de imaginar novas soluções. "Sou um inventor", contou. "Coloquem-me diante de um quadro branco e consigo ter cem ideias em meia hora", acrescentou.
"Quando entrevisto candidatos, peço-lhes que me deem um exemplo de algo que tenham inventado", explicou no seu discurso, realçando ainda que a IA pode melhor e otimizar a capacidade de produção, mas não substitui a intuição e a criatividade.
"Nunca houve melhor altura para estar entusiasmado com o futuro", concluiu.
