Nos últimos tempos, os portugueses têm sentido os efeitos de sismos, cheias e rajadas de vento muito intensas, mas também de um apagão geral. Tudo isto fez aumentar significativamente o interesse pelos kits de emergência recomendados pelas autoridades nacionais e internacionais.
Entretanto, com a escalada das tensões em diferentes países do Médio Oriente, a ideia de criar este kit regressa à lista de prioridades de muitas pessoas, incluindo dos portugueses. "Quanto mais preparadas [as pessoas] melhor", reforçou uma fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), citada no Diário de Notícias.
Basicamente, recomendam um kit de 72 horas, ou seja, com tudo o que for necessário para enfrentar situações como "um apagão tecnológico, uma inundação severa ou o isolamento decorrente de uma crise geopolítica".
Isto significa que o kit deve ser versátil e transversal para poder ser usado em diferentes tipos de situação. Isto permite garantir que "a população saiba reagir de forma automática e eficiente, independentemente da natureza da ameaça".
No rescaldo do comboio de tempestades que afetou o país nas últimas semanas, a DECO PROteste reuniu uma lista de essenciais que deve começar por "uma mochila de um material resistente para guardar comida e bebidas para três dias, no mínimo". Também deve incluir um "estojo de primeiros socorros e alguns objetos de segurança".
Seguimos o conselho da associação de defesa do consumidor e criamos uma lista com os artigos mais importantes. Tudo ficou por €149,08 para uma pessoa e podes espreitar a galeria para ver exatamente o que incluímos.
Quem não quiser ter o trabalho de fazer o seu próprio kit pode sempre comprar feito. Por exemplo, a Cruz Vermelha lançou um kit de emergência por €45 que está esgotado, mas pode voltar. Encontras outras opções online como esta por €69,99.
