Os colares de cruz são o novo acessório tendência, independentemente da fé de quem os usa ao peito. Um dos exemplos mais recentes é a cantora Anitta e outro mais antigo leva-nos a 1987, ano em que a princesa Diana usou uma valiosa cruz ao peito, que entretanto passou para as mãos de Kim Kardashian.
Mas a história dos colares de cruz vais bem mais além dos anos 80. Começaram a ser usados na antiguidade como amuletos de proteção, mais tarde, com a crucificação de Jesus Cristo tornaram-se símbolo do cristianismo, e só se tornou um símbolo de moda na era vitoriana, nessa altura ainda associada à religião. A partir da década de 60 os colares de cruz passaram a ser usados por alguns artistas de rock como símbolo de rebeldia e hoje em dia não passam de um acessório de moda em que a cruz é, na maioria dos casos, apenas estética.
Estética essa que tem conquistado as It girls do momento, como Klaudia Paris, Jaida Bunni ou a portuguesa Inês Silva, que tanto usam pendentes em forma de cruz maximalistas, pelo tamanho ou aplicações de brilhantes, como minimalistas, sem qualquer adorno.
Esta nova tendência parece querer recuperar a controversa e provocadora moda cristã de 2022, e surge não muito tempo depois das unhas com motivos religiosos que conquistaram Madalena Abecasis este ano e Jennifer Lopez no verão passado.
Porque não combinar o acessório com as unhas tendência, ainda para mais quando há tantas opções destes colares da Omnia à Chanel.
