Desfile Chanel, Alta-Costura 2024 | Fotografia: Getty
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Chanel sem Virginie Viard? Resultou em muito (e bom) drama

Inês Teixeira

A Semana de Alta-Costura de Paris continua a fazer-nos sonhar e, desta vez, no desfile da Chanel, mesmo sem diretor criativo. O resultado? Laços, folhos, volume e um bom drama.

Opulenta e romântica: assim foi descrita a apresentação da coleção da Chanel na Semana de Alta-Costura de Paris. Com a Ópera Garnier como cenário, o desfile de terça-feira (25 de junho), marcou a primeira apresentação da Maison sem Virginie Viard no comando criativo. Por esse mesmo motivo, a coleção apresentada foi assinada pelo Estúdio Criativo da Maison. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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A coleção trouxe fortes referências à própria mademoiselle Coco Chanel, como uma celebração dos elementos icónicos da marca: o clássico tweed, os bordados e a delicadeza dos laços. Além disso, recebeu uma nova interpretação dramática, com um toque de romance e fantasia, resgatando elementos que remetem aos figurinos tradicionais das apresentações de ópera. A marca trabalhou com tecidos como veludo e tule, criou silhuetas volumosas e apostou nos brilhos e folhos, afirmando a teatralidade e elegância das peças. 

Uma das grandes estrelas da coleção foram as capas dramáticas. Com uma paleta de cores sóbrias dominada por tons de preto e cinza, o desfile também surpreendeu ao introduzir peças em vinil, um material menos comum nas criações da marca. 

A coleção refletiu um equilíbrio perfeito entre o ADN clássico da Chanel e a modernidade e inovação.

Alguns dos melhores momentos estão na Galeria de Imagens. 

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