A história da família real britânica é longa e o longo reinado da Rainha Isabel II foi uma boa prova disso. Somam-se acontecimentos e personagens nesta história com centenas de anos e a aproximação de um novo capítulo leva-nos a recordar a Rainha Mary.
O Rei Carlos III poderá conceder ainda este ano a Kate Middleton o poder de emitir mandados reais, segundo o jornal The Economic Times, decisão que estará ligada ao "efeito Kate Middleton", termo que tem vindo a ser usado para falar sobre a popularidade e o impacto que a Princesa de Gales tem nas mais diversas áreas, da moda às causas sociais e instituições de caridade que apoia, acabando por gerar maior interesse e financiamento para essas marcas e organizações, à semelhança do que acontecia com a Princesa Diana.
Ora a decisão que está em cima da mesa do Rei Carlos III poderá vir na sequência deste efeito, que, a confirmar-se, dará a Kate Middleton autoridade para emitir mandados reais, que permitem reconhecer e apoiar oficialmente pessoas ou empresas (britânicas ou não), desde "que tenham fornecido regularmente bens ou serviços à Casa Real", de acordo com o site da Família Real.
Esta responsabilidade não era concedida a uma Princesa de Gales há 115 anos, desde o tempo da Rainha Mary, que também emitiu mandados antes da ascensão do marido, Jorge V, ao trono em 1910.
O Rei Carlos III é o único que atualmente pode emitir mandados reais e também escolher quem tem esse poder, antes apenas nas mãos da Rainha Isabel II e do marido, o Príncipe Filipe.
E o que muda na vida de Kate Middleton se for a próxima eleita? Não só é, primeiramente, um marco histórico na família real britânica, como Kate poderá mesmo contribuir para que algumas das suas marcas favoritas cresçam significativamente.
