Letizia e o Rei Felipe VI podem parecer cúmplices, mas não parece suficiente para a imprensa internacional, que, nos últimos tempos, tem falado na possibilidade de um divórcio entre os monarcas. Os rumores acontecem há já algum tempo, principalmente desde que se tornou público o alegado romance entre Letizia e o advogado Jaime del Burgo quando já era casada com o Felipe VI. Apesar de não haver novos desenvolvimentos sobre o caso, o possível acordo de divórcio ou a relação dos Reis de Espanha continuam sob os holofotes.
Se de facto existir uma separação, é já previsível o grande impacto mediático, que abalará não só a comunidade espanhola que segue desde 2004 o casamento improvável entre o monarca e a ex-jornalista, como o próprio casal, à semelhança do que aconteceu com o advogado Robert Gavin Bonnar, cunhado da Rainha Letizia.
O advogado está atualmente com a irmã de Letizia, Telma Ortiz, relação que se oficializou pouco tempo depois do divórcio que pôs fim ao casamento de 18 anos com a violinista Sharon Corr, que não passou ao lado da imprensa.
"Foi muito doloroso ler sobre isso. Falavam do meu coração e da minha vida, e eu pensava: 'Não foi assim que aconteceu'. Na verdade, foi exatamente o contrário. Se te retratam como alguém que abandonou uma pessoa, quando na realidade foste tu quem foi deixado, é muito difícil de suportar e um verdadeiro desafio emocional", responde ao El País quando questionado sobre a pior coisa que a imprensa já havia dito sobre si.
O também escritor mostra-se indignado com a cobertura mediática na época, afirmando ainda que tem "queixas e críticas pela invasão da privacidade".
Tal aconteceu, naturalmente, por ter passado a fazer parte do círculo mediático da realeza espanhola, a que ninguém está impune.
O que acontece se Letizia e o Rei Felipe VI vierem mesmo a separar-se? Se ainda antes dos rumores se tornarem realidade já há quem conspire sobre decisões e sentimentos de cada um, certamente, o cenário será bem mais difícil do que a situação descrita por Robert Gavin Bonnar na entrevista ao El País. Se o cunhado sofre com um passa
