Há quem seja de colocar creme só no verão e quem priorize a hidratação durante todo o ano. Seja de que forma for, temos sempre um creme no armário da casa de banho, seja uma novidade de supermercado, seja um clássico, como o creme da lata azul da Nivea.
Já aqui falámos dele várias vezes, e não é para menos, já que falamos de um creme extremamente versátil.
"Sinto que uso este creme para tudo. É para a boca, para pele tipo máscara, para as mãos, para os pés... Meto isto com meias desde que decidi começar a hidratar os meus pés", revela a digital influencer Rebeca Caldeira.
O creme foi, inclusivamente crucial durante a gravidez, altura em que Rebeca misturava o creme Nivea com óleo para estrias e, garante, não ficou "com uma única estria".
"Sinto que não há melhor creme do que este. Ele é icónico e espero que esta marca nunca deixe de vender este creme, porque ele é absolutamente incrível", remata a digital influencer.
O creme foi criado em 1911, na Alemanha, num laboratório da Beiersdorf, e foi o químico Isaac Lifschütz quem descobriu um emulsionante revolucionário chamado Eucerit. Pela primeira vez, era possível misturar água e óleo de forma estável, criando um creme consistente, eficaz e duradouro.
Curiosamente, no início o produto era vendido numa lata amarela, com uma estética mais próxima da farmácia clássica do início do século XX.
A famosa lata azul, tal como a conhecemos hoje, só surgiu em 1925, mudança que marcou um ponto de viragem, tornando-se num exemplo precoce de rebranding bem-sucedido.
O creme sobreviveu a duas guerras mundiais, a mudanças de regimes políticos e a modas cosméticas que iam e vinham, e a fórmula manteve-se surpreendentemente fiel à original até aos nossos dias.
