O palácio que Letizia e Filipe nunca visitam guarda uma perda familiar que poucos sabem
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Margarida Ribeiro
- 29 jul, 18:27
Existe um palácio que a realeza espanhola não visita há mais de duas décadas e há quem acredite que uma perda na história da família pode ser o motivo.
A visita de Filipe VI e Letizia a La Mareta em 2005
Letizia com as filhas, princesa Leonor e Infanta Sofia
Todas as famílias reais têm várias propriedades espalhadas pelo seu próprio país, como mansões, casas e palácios. E, claro, os Reis de Espanha, Letizia e Filipe VI, não são exceção, mas, no seu portfólio, está um local que não visitam há mais de duas décadas...
Estamos a falar da La Mareta, na Costa Teguise, em Lanzarote, um palácio com um significado especial para a família real espanhola e não só pelos melhores motivos. Foi mandado construir pelo Rei Hussein da Jordânia que se apaixonou pela zona e, mais tarde, em 1989, oferecido ao Rei Juan Carlos I, solidificando a relação entre os dois países.
Trata-se de um espaço com cerca de "dois mil metros quadrados distribuídos por um edifício principal e vários bungalows", explica o Woman Madame Figaro. Foi idealizado por Fernando Higueras, arquiteto, e César Manrique, artista. Juntos criaram um palácio que contraria a estética que normalmente associamos a esta palavra, com uma "uma arquitetura simples, branca e integrada na paisagem vulcânica da ilha". Tem acesso direto ao mar, duas piscinas, heliporto, biblioteca e jardins.
Já lá ficaram hospedadas pessoas bem conhecidas e importantes como Helmut Kohl e Mijaíl Gorbachov, mas também chefes de estado, incluindo Pedro Sanchez e a família, mais recentemente.
Durante algum tempo, a família real espanhola usou o espaço, mas depois de María de las Mercedes de Borbón, mãe de Juan Carlos, morrer neste palácio, em janeiro de 2000, começaram a frequentar cada vez menos este palácio.
Filipe e Letizia chegaram a visitar o palácio, em 2005, com a Infanta Leonor, a filha mais velha do casal, e não regressaram desde então. Podes recordar o momento na galeria de imagens.
Hoje em dia, o palácio está sob a responsabilidade do Ministério do Turismo e "não figura entre os sete palácios reais geridos pelo Património Nacional". Continua, no entanto, a ser "uma residência oficial" que não está aberta ao público.
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