É apenas um saleiro, discreto e funcional, talvez até ignorado por muitos à mesa. Mas, para os mais atentos, há um detalhe curioso que pode dizer muito sobre o restaurante onde se sentam: o logótipo da Peugeot gravado no fundo. Sim, falamos da marca de automóveis.
Antes de se tornar sinónimo de carros e motores, já no século XIX a Peugeot fabricava moinhos de elevada qualidade, muitos deles ainda produzidos em França, e apreciados por chefs e entusiastas de gastronomia em todo o mundo.
Atualmente, encontrar um saleiro (ou pimenteiro) Peugeot em cima da mesa de um restaurante pode ser mais do que uma coincidência, é um claro sinal de atenção ao detalhe, e, sobretudo, de um certo padrão de qualidade. Um desses casos acontece no Santa Joana, do Locke, em Lisboa, um antigo convento do século XVII que foi tomado pelo Chef Nuno Mendes e que todos os domingo serve brunch, com opções que vão desde os croissants até ao tártaro de novilho ou arroz de marisco.
É nas mesas do brunch Santa Joana que se encontram alguns dos moinhos Peugeot, considerados os melhores do mercado, devido ao mecanismo interno, patenteado, que garante uma moagem precisa e duradoura, algo essencial na cozinha profissional. Restaurantes que investem neste tipo de utensílios estão, à partida, comprometidos com uma experiência gastronómica cuidada, desde o empratamento até ao tempero final feito pelo cliente.
É claro que um saleiro não faz um prato, mas os pequenos detalhes contam e um moinho Peugeot, seja ele de sal ou pimenta, faz parte da equação.
No entanto, em cada um dos pratos do Santa Joana pode não ser preciso nem sal, nem pimenta, já que o moinho tudo indica que os pratos servidos estão próximos da perfeição. Mostramos alguns deles na galeria de imagens.
