Com os anos, a forma como fazemos compras, especialmente nos supermercados, mudou muito. Por exemplo, nos dias de hoje, os sacos de plástico têm um custo associado, algo impensável há uns anos atrás, mas que agora incentiva muitos a evitar o desperdício.
Felizmente, as mudanças amigas do planeta ainda não chegaram ao fim e assim que o próximo ano, 2027, começar, os sacos de plástico leves, aqueles que são usados para frutas e vegetais, vão deixar de ser utilizados, "sendo substituídos por alternativas mais sustentáveis", lê-se no Jornal de Negócios.
De acordo com a Ministra do Ambiente e Energia de Portugal, Maria da Graça Carvalho, "a medida insere-se na revisão do Regime Geral de Gestão de Resíduos e tem como objetivo reduzir o impacto ambiental dos plásticos de uso único". Garantiu ainda que esta "substituição será feita sem taxar os portugueses".
É uma medida que muitos podem considerar incómoda, mas tem um impacto significativo no meio ambiente. Isto porque, segundo Agência Portuguesa do Ambiente, "na Europa, são colocados no mercado, anualmente, cerca de 100 milhões de sacos plásticos".
Estes pequenos sacos causam "enormes danos nos ecossistemas, estando na origem de 90% do lixo encontrado no fundo do mar", acrescenta a agência. É ainda importante mencionar outro facto: "a utilização média de cada saco plástico é de somente 25 minutos", mas "podem permanecer no ambiente até 300 anos".
