Copenhaga, na Dimarca, acolheu mais uma edição da Semana da Moda. É, sem dúvida, uma das mais ecléticas e a favorita de digital influencers, como as portuguese girls. Tornou-se muito popular nos últimos anos pela sua abordagem maximalista, mas acessível, em relação a padrões, cores e silhuetas.
Há quem diga que o fashion month (mês da moda, em português) não começa em Nova Iorque, nos Estados Unidos, mas sim na capital dinamarquesa, com os desfiles de marcas como a Ganni, Rotate Birger Christensen e a Baum und Pferdgarten.
Então, ao longo de quatro dias, entre 4 e 8 de agosto, aconteceram vários desfiles que ajudaram a ditar as tendências para a primavera/verão de 2026. Que tendências saltaram à vista? Escolhemos quatro e reunimos exemplos na galeria de imagens.
Adeus butter yellow, olá azul bebé
Parece que os designers dinamarqueses já escolheram a cor que vai destronar o butter yellow (amarelo manteiga, em português). É o azul-bebé que apareceu em várias coleções em saias de tule, conjuntos estruturados de ganga clara e em peças de cetim rendado.
Esquece as calças
Já sabemos que as micro-saias têm dado que falar nos últimos tempos, mas, agora, as saias, os calções e as saias devem mesmo ficar em casa. Muitos designers decidiram apostar em calções extra curtos, com cortes muito semelhantes a roupa interior, e em bodies de corte alto que não ficam tapados por calças.
O acessório must-have: um lenço
Também reparámos que em várias coleções os lenços em tecidos acetinados estiveram em destaque e de várias formas. Foram usados para fazer tranças, mas também como cinto e, claro, na sua forma mais clássica, ou seja no pescoço.
Muitas riscas
É impossível negar que as riscas estão na moda e, aparentemente, podem mesmo continuar em destaque no próximo ano. Muitas coleções da Semana da Moda de Copenhaga apostaram em estampados com riscas e em cores fortes.
