O mercado dos vinhos em Portugal vive um momento particularmente estimulante. Por um lado, assiste-se a um regresso às origens, com produtores a valorizarem práticas ancestrais, as castas autóctones e os métodos de intervenção mínima. Por outro, cresce uma vontade de experimentar e de desafiar convenções. É que, há uns anos, quem diria que iria surgir uma fusão entre vinho e kombucha.
Antes de mais, temos de clarificar o que é kombucha. Trata-se de uma bebida fermentada feita a partir de chá adoçado, naturalmente gaseificada e com um sabor refrescante e ligeiramente ácido. Entre as marcas mais conhecidas em Portugal destaca-se Aquela Kombucha, que, depois de lançar a primeira kombucha vínica portuguesa em 2024, aprofunda agora esse caminho de experimentação com uma nova colaboração com a TAU! Vinhos.
Feita a partir de uvas das castas Alvarinho e Vinhão, falamos de uma bebida que não contém álcool, estando assim alinhada com as novas tendências de consumo, especialmente nas camadas mais jovens. Mas não há só uma, há duas kombuchas vínicas.
A versão de Alvarinho (branca) apresenta-se mais leve, cítrica e floral, enquanto a de Vinhão (tinta) revela maior intensidade e profundidade vínica. São ambas edições limitadas – apenas 500 unidades de cada versão – e resultam da fermentação do mosto e do contacto pelicular das uvas, equilibrando a doçura natural do mosto com a acidez vibrante típica da região dos Vinhos Verdes e da própria kombucha.
Para além do interior, importa dar ênfase ao exterior, isto é, os rótulos, que foram concebidos pelo artista Fernando Travassos, transformando cada garrafa numa pequena peça de arte que dialoga visualmente com o líquido que contém.
As novas kombuchas vínicas vêm assim demonstrar a capacidade do setor vitivinícola português para se reinventar sem perder a sua essência. Será este o futuro do vinho? Se sim, brindemos a ele com as sugestões da galeria de imagens. Podes encontrar os vinhos à venda no site TAU! Vinhos. Custam €16.
