Há ainda em Portugal muitas herdades vínicas que permanecem fora do radar do grande público, apesar de carregarem histórias longas, práticas agrícolas cuidadas e vinhos que, discretamente, vão-se distinguindo. É precisamente esse o caso da Herdade de Pegos Claros, situada na Península de Setúbal, uma região com uma tradição vitivinícola que continua a surpreender quem se dispõe a explorá-la.
Com uma abordagem que privilegia vinhas antigas, vindima manual e uma enologia de precisão, esta herdade tem vindo a ganhar destaque consistente no panorama nacional. E entre os vinhos que mais atenção têm recebido estão referências como o Tintinha 2019 e o Blanc des Noirs 2020, ambos associados a uma linha de produção que privilegia a expressão do terroir e a mínima intervenção.
O Tintinha 2019, por exemplo, proveniente de uma parcela centenária de casta quase esquecida, foi distinguido com 95 pontos atribuídos por Robert Parker, um dos reconhecimentos mais relevantes no mundo do vinho internacional; já o Blanc des Noirs 2020 recebeu um total de 91 pontos no mesmo certame.
E não podemos falar da Herdade de Pegos Claros sem falar de um vinho que está bem ao nosso alcance. Falamos do Vinho Tinto Península de Setúbal Vale do Ganso Pegos Claros, que está em destaque no novo folheto do Pingo Doce, chamando a atenção pelo preço.
Inicialmente, a garrafa custava €17,99 e encontra-se agora com um desconto de 60%, passando a custar €6,99 até 27 de abril.
Num mercado cada vez mais competitivo, casos como o da Herdade de Pegos Claros mostram que ainda há espaço para descobertas surpreendentes nas prateleiras do supermercado.
