Proibido Vinha da Luísa 2022
Proibido Vinha da Luísa 2022
Gourmet

Há um novo vinho português a provar e é Luísa quem lhe dá nome

Márcio Lopes é um produtor de vinho português e é um pai orgulhoso. Não é, assim, por acaso, que a filha mais nova dá nome ao novo vinho da marca Proibido, um projeto do Douro em crescimento.

Há vinhos que são mais do que garrafas alinhadas numa prateleira ou referências numa carta. Por vezes, são também declarações íntimas, pelo menos é esse o objetivo deste novo vinho do Douro. 

O Proibido Vinha da Luísa 2022, a mais recente criação do projeto Márcio Lopes Winemaker, é a referência que completa o conjunto dos quatro vinhos de parcela da marca Proibido, fechando um ciclo e afirmando, com clareza, a identidade de um produtor que tem vindo a construir o seu caminho com precisão e convicção.

O vinho nasce na Quinta do Pombal, no Douro Superior, a partir do segundo campo experimental do projeto, numa vinha pequena, com apenas 0,5 hectares, plantada em 2019 e dedicada exclusivamente à casta Alvarelhão. 

Mas foquemo-nos no nome do vinho Proibido Vinha da Luísa 2022. Com carinho, este presta homenagem à filha mais nova do produtor e carrega, de forma assumida, um simbolismo forte: representa o futuro de Luísa, assim como o futuro do projeto e a vontade contínua de explorar novas expressões do Douro, com frescura, identidade e detalhe.

“O Vinha da Luísa é um vinho muito especial para nós. Nasce de um campo experimental que começámos em 2019, com tempo, paciência e muitas interrogações pelo caminho. É um vinho que só faz sentido agora, neste momento do projeto, e que carrega naturalmente uma dimensão emocional muito forte por ter o nome da minha filha mais nova. Representa o futuro, mas também tudo o que fomos aprendendo até aqui”, afirma Márcio Lopes em comunicado. 

O vinho teve estágio de 15 meses em barricas usadas e o resultado é descrito como um vinho de grande elegância e definição, onde a frescura se impõe como eixo central. A crítica internacional não tardou a reconhecê-lo: 93 pontos atribuídos pela Wine Advocate, de Robert Parker, confirmam o potencial desta parcela e da casta escolhida. A produção é limitada, apenas 580 garrafas, e tem um P.V.P de €60.

Com este lançamento, a marca Proibido reúne, pela primeira vez, os seus quatro vinhos de parcela, cada um com origem, personalidade e significado próprios. Ao Vinha da Luísa juntam-se o Proibido Vinha Velha do Pombal 2022, síntese maior do trabalho desenvolvido na Quinta do Pombal; o Proibido Vinha da Sofia 2020, primeiro vinho de parcela do projeto, batizado com o nome da filha mais velha do produtor e lançado numa edição única; e o Proibido Vale do Rio Pinhão 2022, proveniente de uma vinha com mais de 90 anos, em Vale Mendiz, no Cima Corgo, plantada exclusivamente com Tinta Roriz.

"Olhando para eles em conjunto, sinto que contam muito bem a história do projeto. O caminho que fizemos, as decisões que tomámos e a forma como queremos continuar a trabalhar no futuro, sempre com respeito pelo lugar e pelo tempo”, sublinha o produtor.

Com o Proibido Vinha da Luísa 2022, o projeto reforça a sua identidade como uma das vozes mais consistentes e autênticas do Douro contemporâneo. Entre a dimensão familiar e o rigor técnico, entre a memória e a experimentação, afirma-se uma visão onde o vinho não é apenas produto, é memória e futuro.

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