Há qualquer coisa de sedutor na cor dos vinhos rosé, que varia entre o salmão pálido e os tons mais vibrantes de framboesa. É também por isso que combina tão bem com as estações em que o sol mais brilha, convidando à celebração, mesmo sem um motivo aparente.
Não é preciso igualmente motivo para provar a nova colheita do Costa Boal Homenagem Rosé 2024, apresentada pela Costa Boal Family Estates. Pela primeira vez, o vinho passa a estar disponível em garrafas de 0,75 litros, depois de uma estreia exclusivamente em formato Magnum (1,5L), o que reforça a ideia de um produto pensado ao detalhe, desde a vinha até à forma como chega ao consumidor.
Ao contrário de muitos rosés de produção regular, o Costa Boal Homenagem é especial, uma vez que só é produzido em anos em que as condições são consideradas ideais para assim se atingir, segundo o produtor António Boal, “o perfil de acidez, frescura e equilíbrio que define este vinho”.
A base desta edição de 2024 é uma única parcela no Douro, escolhida pelas suas características particulares: solos xistosos e graníticos e uma altitude que favorece a frescura. Estes elementos conjugam-se para dar origem a um rosé que pretende ir além da expressão mais imediata da categoria, apostando numa identidade própria e num perfil mais estruturado.
Para o enólogo Paulo Nunes, o resultado não podia ser mais claro: trata-se do "melhor rosé alguma vez produzido pela Costa Boal”. A afirmação não é apenas um elogio à colheita, mas também um sinal da evolução do projeto e da ambição que lhe está associada.
Entre a beleza da sua cor e a intenção que lhe dá origem, este rosé posiciona-se como algo mais do que uma tendência: é uma expressão cuidada de lugar, tempo e memória. E por quanto? Tem um P.V.P de €37.
Mostramos este e outros vinhos rosé na galeria de imagens.
