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Querido Portugal, a obra que marca o nosso Romantismo é leitura obrigatória

No Dia de Portugal, temos uma sugestão de leitura indispensável, sob forma de homenagem aos grandes autores clássicos e a nós, portugueses.

No dia em que comemoramos Portugal e as Comunidades Portuguesas e assinalamos a data de morte de Luís Vaz de Camões, só podia fazer sentido que a nossa sugestão de leitura fosse uma homenagem ao poeta que marcou a literatura portuguesa.

Como fã dos clássicos literários e depois de alguns anos e longas horas perdida entre a Faculdade de Letras e a Biblioteca Nacional, acabei apresentada às 177 páginas deliciosas do poema-lírico narrativo Camões, de Almeida Garret, outra figura incontornável na nossa história, que aqui escreve sobre a vida do poeta, mais concretamente, sobre o momento em que Camões escreveu a epopeia Os Lusíadas, numa espécie de Ode aos feito de uma obra sobre os feitos portugueses.

"Louva a escolha do assunto, a arte engenhosa
Que num só quadro majestoso e grande
Todos uniu da portuguesa história"

Calcula-se que Camões tenha sido escrito durante um dos exílios de Garrett, o que faz todo o sentido, já que estar no estrangeiro significou para Garret um momento-chave para conhecer textos fundamentais que moldaram a sua obra e ter dado inicio ao romantismo. Aliás, Camões é considerada a primeira obra romântica da literatura portuguesa – com cada linha mais bonita e sonora do que outra.

Para se perder nestas linhas, pode ler a edição de 1825, online, e de forma gratuita.

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