Gravura egípcia. Fotografia: Getty
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Um recado da Antiguidade: o milagre de beleza é feito de metal

Mesmo com medalha de bronze, este metal ganha o primeiro lugar em produtos de beleza.

Hoje conhecemos o cobre como um potente condutor elétrico, mas vamos viajar no tempo e aterrar na Antiguidade. Estamos entre os 3300 a 1200 a.C, quando se inicia a Idade dos Metais e é precisamente com o cobre – Idade do Cobre. Aqui, já tínhamos as primeiras pistas da sua importância. É o primeiro metal a ser manuseado e percebido pelo Homem – e que bem que o entendeu, já que tão rapidamente reaproveitou o seu uso nas mais variadas áreas.

Se achamos que só de castiçais e armas eram produzidas em cobre pelos Antigos, lembremo-nos dos cosméticos. A Rainha da Beleza, Cleópatra, é o exemplo perfeito do potencial deste metal, já que usava cobre como produto de beleza. Aliás, o povo egípcio denominava-o de Ankh, “o símbolo da vida eterna”.

Infelizmente, o cobre não pode prometer a vida eterna, mas garante outras tantas coisas boas: aumento da produção de colagénio e de elasticidade da pele, protege de queimaduras do sol, melhora a cicatrização de feridas e ajuda a eliminar marcas na pele, como as de acne.

E, como diriam os eruditos da coisa, a beleza vem de dentro para fora, logo, não falamos apenas de uma boa pele. O cobre ajuda no transporte do ferro, de forma que este último proteja as células do nosso corpo, e mantenha o sistema imunológico saudável.

Mas já que estamos felizes com os resultados estéticos promissores, não abandonemos esta conversa sem a sugestão de produtos que têm sido apontados como “a maravilha do cobre” (apresentados na galeria de imagens).

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